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Very light read with plenty of hilarious stories of the portuguese during the expansion of the empire A good read to enhance the splendor and innovative ways of the portuguese and their rich history. Hist rias de coragem como nem julgava poss vel.Escrito com bom humor j algum tempo que este livro estava na minha lista de leitura, j me tinham falado dele, j o tinha visto na feira do livro embora nunca na altura certa ao pre o certo, entretanto vi que um amigo no Goodreads o tinha e cravei o emprestado.O livro est dividido em duas partes, a primeira Os Homens muito mais interessante com hist rias de coragem dos homens portugueses na altura dos descobrimentos e a segunda As Armas com uma listagem das armas da poca, um bocado secante a quem emprestou o livro tinhas raz o.Devo referir que tanto a introdu o e dedicat ria do autor como o pref cio do Arquitecto e Ten Coronel do Ex rcito Portugu s Armando Canelhas davam pano para mangas ou melhor para camisas inteiras p tria, monarquia democracia, Deus, Uni o Europeia, perda de soberania, perda da moeda tudo em meia d zia de p ginas Para mim o mais estranho foi ver um autor com um nome t o estrangeiro falar com tanta alegria e admira o da coragem do povo portugu s.Sobre o livro em si, este uma exalta o coragem dos portugueses que batalharam e ganharam em muitas situa es em que estavam em desvantagem Os tomates do t tulo n o s o por isso os tomates da salada mas os de ter coragem e ousadia verdade que h coragem mas tamb m me parece haver muita estupidez natural como a de D Diogo de Anaia Coutinho que conseguiu capturar um mouro nas barbas do inimigo e lev lo para o castelo e quando l chegou viu que o capacete, que lhe tinha sido emprestado por um companheiro, tinha ficado no meio dos mouros Atirou novamente uma corda por cima das ameias, desceu, correu para o meio dos inimigos, encontrou o capacete, voltou a correr, subiu a corda e devolveu o capacete Como j disse parece me mais descontrac o e estupidez natural que outra coisa Mas temos de dar m rito aos nosso antigos tugas que para al m de valentes j nessa altura tinham excelentes ideias Quem se lembraria de fazer, com balas de canh o, o que se faz com pedras achatadas atiradas rente superf cie da gua Ricochete com balas de canh o, que chegavam mais longe e abriam buracos nas embarca es turcas mesmo junto linha de gua e que se afundavam bem r pido, era batalha naval de alto n vel.Temos tamb m as nossas pr prias In s da minha Alma , Eyria Pereira, mulher portuguesa que, solteira, se fez ao caminho da ndia em busca de aventura e D Maria Ursula d Abreu e Lencastro que, com 18 anos, se alistou no ex rcito como Balthasar de Couto Cardoso e serviu na ndia tendo combatido com valentia in meras batalhas A vida destas mulheres dava com certeza um bom livro.Vou ainda mencionar Duarte de Almeida, conhecido como o Decepado que, na batalha de Toro, ao empunhar o estandarte real ficou sem as duas m os e continuou a segurar o estandarte com os bra os e os dentes at se capturado pelo inimigo nem o Black Night dos Monty Python teria feito melhor.Depois temos o contraste em que o autor, com grande tristeza e verdade, nos diz que n o sabemos preservar a nossa hist ria As cotas de malha usadas em batalhas foram cortadas para fazer esfreg es e as armaduras reaproveitadas para tachos, panelas e espelhos de fechaduras H uma fotografia na p g 87 que nos mostra uma tampa de panela feita a partir de uma armadura e na legenda diz A chapa fria, que outrora ouvia o bater do cora o dum portugu s, acaba por ouvir hoje o saltitar das batatas dum cozido Triste fim Na segunda parte do livro, sobre as armas, fiquei a saber que D Sebasti o mandou abrir v rios t mulos incluindo o de D Afonso Henriques e o D Afonso V para retirar as espadas e lev las na sua campanha de frica O resto j se sabe hist ria, perdeu se D Sebasti o e perderam se as espadas, ficou o pa s sem rei e sem herdeiro ao trono merc dos espanh is.Achei este livro muito interessante, nota se que o autor adora a hist ria de Portugal e o pa s e, por isso, talvez n o seja imparcial na sua avalia o dos factos, n o tirando qualquer m rito ao livro e aos portugueses que nos seus tempos ureos eram uns grandes malucos capazes de grandes feitos. Coletanea de epis dios da nossa historia, muitos deles surpreendentes, que nos fazem ter orgulho dos feitos portugueses por esse mundo fora.Excelente esplica o sobre o funcionamento de certas armas utilizadas pelos portugueses num tempo em que eramos lideres mundiais em artes belicas. Espetacular Uma leitura muito f cil, com a descri o de alguns epis dios da nossa Hist ria que me fizeram ter orgulho do que fomos e um niquinho de vergonha do que somos hoje O problema mesmo a segunda parte do livro, o estudo comparativo do armamento utilizado embora esclare a as raz es pelas quais foram assumidos certos riscos, torna aborrecida e massuda a leitura. ^Free ☆ Homens, Espadas e Tomates ☙ SinopseUma Obra Que Narra Muitos Casos Extraordin Rios De Coragem E Hero Smo Dos Portugueses E D A Conhecer As Armas De Ambos Os Lados CombatentesA Hist Ria De Portugal Encontra Se Repleta De Actos De Bravura E Hero Smo Que S O Demonstrados Em Situa Es Que Desafiam A L Gica O Que Tornou Isso Poss Vel E Com Que Armas Se Confrontou Um T O Escasso N Mero De Portugueses Contra Ex Rcitos Substancialmente Superiores O Estudo Comparativo Do Armamento Utilizado Esclarece As Raz Es Pelas Quais Foram Assumidos Certos Riscos Por M, A Superioridade Das Armas Lusas N O Explica Tudo Sem D Vida Que A Raz O Principal Reside Na Coragem, Qualidade, F E Convic O Dos Homens Que Defendiam As Suas Vidas, Bem Como A Sua Lusa Identidade N O Houve Outra Na O A Par Da Portuguesa Que, Com T O Poucos Homens, Tivesse Escrito P Ginas T O Significativas Na Hist Ria Da Humanidade